quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pulp Wave Fiction

Recentemente o google lançou seu mais novo aplicativo, o Google Wave, uma ferramenta que mistura funções de Mensageiro instantâneo, e-mail e rede social. Não pude testar ainda, porque está na versão beta que precisa de convites para ter acesso (aceito convites).
De qualquer forma, já existem vários vídeos por aí de pessoas testando as funções do Wave, e um dos mais legais foi feito por um cara chamado Joe Sabia, do site getwhirled.com. Ele recriou uma cena do filme Pulp Fiction na forma de um wave (uma conversa no programa do Google), usando os vários recursos que o aplicativo oferece. Vejam abaixo a cena em questão e a "releitura" do Joe - que começa no ponto equivalente aos 3:55 do primeiro vídeo.
(Requer algum conhecimento de inglês)



terça-feira, 13 de outubro de 2009

Já não era sem tempo!

Prólogo: a antiga cor de fundo de um roxo sexy foi para um azul mais sexy ainda. Bacanóvski, não?
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Olá novamente!
Após um hiato de alguns dias (cof,cof) Vamos à parte 2 do nosso Guia.
A segunda obra da qual irei falar é a série Discworld, de Terry Pratchett. Para situá-los, acompanhem a narrativa:
(as imagens são links para as fontes de onde foram tiradas)

Grande A'Tuin


O Ultiverso. Uma sombra navega lentamente pela imensidão do vácuo infinito. A tartaruga Grande A'Tuin segue seu caminho pacientemente, carregando sobre seu casco quatro elefantes que, por sua vez, sustentam o Discworld sobre suas costas. Em torno deles o pequeno sol do Disco gira, por vezes quase atingindo uma pata de um dos elefantes, que cuidadosamente a levanta, mantendo o equilíbrio para que o Disco não caia. Aproxime-se da Borda e veja a cachoeira que circunda o Discworld, com seus vastos continentes e oceanos distribuídos pela superfície. A temperatura decresce ao nos aproximarmos do Centro do Disco, one fica uma enorme ponta de gelo, subindo dezenas de quilômetros e sustentando a morada dos Deuses.

Rincewind e a Bagagem

Este é o mundo no qual se ambienta a série Discworld, de Terry Pratchett. Assim como Douglas Adams, os livros de Pratchett são recheados de humor sutil, debochado e com inúmeras referências à atualidade. Você vai encontrar Rincewind, o aspirante a mago mais frustrado da história, sempre acompanhado da Bagagem, seguindo-o com suas perninhas aonde quer que seu dono vá. Morte é outro personagem recorrente (na verdade, o único presente em quase todos os mais de trinta livros da série), constantemente aproveitamdo as poucas pausas em seu trabalho para apreciar a condição dos mortais que por hora vagam pela superfície do Disco.


Não vamos nos esquecer das Bruxas, sempre prestes a fazer uso de sua magia "natural" para ajeitar o rumo de quem cruzar com elas, ao contrário dos Magos da Universidade Invisível, que preferem dobrar a realidade à sua vontade, nem sempre com os melhores resultados.
Também há o povo do deserto, os guardas, os ladrões e todo tipo de pessoa que você possa imaginar (ou não) num livro, além, é claro, dos seres fantásticos: trolls,dragões, diabretes, cachorros... Se você é um fã de literatura humorística e/ou de ficção, a série Discworld tem algo que vai te agradar.

Morte em seu corcel, Pituco!


Mochileiros, levantem seus polegares e visitem também este mundo; e estejam atentos para o próximo Post no Fim do Universo!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O Guia do Mochileiro do Discworld

Já que o Blog é aleatório, hoje vou falar sobre:
1) A série que inspirou o nome e o logo estilosão ali em cima
2) Outra série competamente desligada da anterior, mas igualmente fascinante Este ficará para outro post o_o''

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O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS é uma série de 3 / 4 / 5 livros, escritos pelo inglês Douglas Adams, mas os 3 primeiros são os que estão ligados de forma mais direta no que diz respeito a linha cronológica, personagens principais e coerência dos fatos. Para uma melhor visualização, segue uma imagem com as capas de todas as edições:
Guia - 5 capas
Ordem dos livros:
O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS
O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO
A VIDA, O UNIVERSO E TUDO MAIS
ATÉ MAIS, E OBRIGADO PELOS PEIXES
PRATICAMENTE INOFENSIVA

E aqui, a capa original da primeira edição (a da imagem anterior foi alterada para ficar semelhante ao cartaz do filme e é a mais provável de ser encontrada)

Guia capa antiga

O leitor vai perceber que o logo do blog é uma cópia descarada homenagem aos livros em português, baseando-se na fonte utilizada nas capas dos mesmos.

O primeiro livro começa assim:

(trecho retirado do livro com fins de divulgação)

"Muito além dos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.
Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande idéia.
Este planeta tem – ou melhor, tinha – o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.
E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas Acreditava que havia sido um erro terrível da espécie descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima idéia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.
E, então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota e a idéia perdeu-se para todo o sempre.
Esta não é a história dessa garota.
É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas conseqüências.
É também a historia de um livro, chamado O Mochileiro das Galáxias - um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha visto ou sequer ouvido falar dele.
Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.
Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor - editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar, também.
O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller - mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinqüenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polemico que a colossal trilogia filosófica de Oolonn Colluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem é Esse Tal de Deus Afinal?
Em muitas das civilizações mais tranquilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório padrão de todo conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.
Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz impressa na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO."

E esse é um conselho que o herói, Arthur Dent, leva algum tempo para aprender, se é que chega a aprender que a melhor maneira de sobreviver é não entrar em pânico e acreditar que é possível sair vivo - ou pelo menos esquecer do contrário. Acompanhado de um alienígena, Ford Prefect, que ficou algum tempo (15 anos) a mais do que planejava na Terra, pois ele é um Mochileiro das Galáxias, um viajante que utiliza-se de poucos recursos para conhecer o máximo possível dos infinitos cantos do Universo, colentado dados para o mais completo livro de viagens que já existiu, o GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS. A aventura começa quando, por uma incrível ironia do destino, a Terra é destruída para dar espaço à construção de uma Via Interestelar, e, com exceção de algumas espécies mais inteligentes, Arthur e Ford são os únicos a escaparem do planeta segundos antes de sua destruição.
A série segue com um humor marcante, presente não só nas situações vividas pelas personagens, mas também na própria narração. Douglas Adams devaneia em meio à ação e inclui pequenos trechos que à primeira vista não acrescentam nada à história, mas à medida que o leitor avança na mesma - incluindo nos outros livros - essas "notas" mostram-se detalhes importantíssimos no destino de Arthur e seus amigos; que, além de Ford, são: Trillian - uma humana que havia escapado da Terra meses antes de sua destruição - ; Zaphod Beeblebrox - o presidente da Galáxia, com quem Trillian foi para o espaço e fugitivo procurado pelo roubo da nave Coração de Ouro - e Marvin - um robô com a mente tão complexa e avançada que sua eterna depressão vinda da capacidade de compreender as coisas bem demais é capaz de fazer outros aparelhos eletrônicos se autodestruírem. Juntos, eles vão em busca de planetas lendários, são capturados e quase mortos, assistem ao fim e ao nascimento do Universo, encontram o Criador, entre muitas outras situações no mínimo inesperadas.

O quarto e quinto livros trabalham a história de forma diferente; pode-se dizer que em outro universo. Aqui vai uma opinião pessoal: Como eles não chegam a ser tão bons quanto os três primeiros (tudo que foi escrito acima trata da trilogia inicial) não devem ser lidos logo em sequência. O ideal é deixar uma pausa de alguns meses entre o 3 e o 4 e entre o 4 e o 5.

Os livros não são a única mídia em que O Guia do Mochileiro aparece. Originalmente uma série de rádio, a história foi adaptada e lançada na forma de série na TV britânica, os livros de que o post trata e um filme lançado em 2005, entre outros. Como os livros abrem espaço para a imaginação criar os personagens e efeitos especiais - com orçamento ilimitado mas talvez causando uma leve dor de cabeça em mentes menos exercitadas - fica a sugestão de ir em qualquer livraria e comprar os três primeiros de uma vez. Não são livros caros, já soube até de estarem vendendo-os a R$ 12,00. Para os que compreendem relativamente bem a língua inglesa, a série de rádio pode ser interessante também. Eu não vou colocar links, mas ficarei feliz em ajudar qualquer interessado em conseguir os arquivos de áudio - deixe seu e-mail nos comentários.

Então, já que já estamos no Fim do Universo, vamos aproveitar e dar uma paradinha no Restaurante mais próximo, ler o Guia e nos prepararmos para conhecer mais sobre a vida, o Universo e tudo mais. Assim como uma simples história é praticamente inofensiva, a imaginação pode nos levar a aventuras além dela mesma. E a você que leu todo esse texto:

Até mais, e obrigado pelos peixes
\o

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Isso sim é marketing!

Essa é uma propaganda que vale a pena ver, mas não pode ser colocada direto no Blog. Não é nada que vá ofender a avó de alguém, não se preocupem; apenas uma propaganda de um jogo muito bem bolada que usa toda a tela. É ver para querer ver de novo.

http://www.youtube.com/experiencewii

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Príncipes do Rock

Não, o tópico de hoje não vai ser nada relacionado a Beatles, Stones ou Ramones, mas sim sobre contos de fadas!
Todos conhecem o ultrasaturado pano de fundo dos contos de fadas; aqui está a continuação da história em várias versões baseadas nos diferentes estilos de ROCK!
* O texto abaixo foi retirado alguns anos atrás de um post no fórum Bless Our Wishes, fora do ar desde meados de 2005-2006.

Divirtam-se!


“No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão"...

HEAVY METAL:
O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela.
METAL MELÓDICO:
O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.
THRASH METAL:
O protagonista chega no castelo, duela com o dragão, salva a princesa e transa com ela.
POWER METAL:
O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e transa com ela.
FOLK METAL:
O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.
VIKING METAL:
O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.
DEATH METAL:
O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.
BLACK METAL:
Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.
GORE:
Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, transa com a princesa e a mata. Depois transa com ela de novo. Queima o corpo da princesa e transa com ele de novo.
SPLATTER:
Chega, mata o dragão, abre-o com um bisturi. Sodomiza a princesa com as tripas do dragão. Abre buracos nela com o bisturi e estupra cada um dos buracos. Tira os globos oculares da princesa e estupra as órbitas. Depois mata a princesa, faz uma autópsia, tira fotos, e lança um album cuja capa é uma das fotos.
DOOM METAL:
Chega no castelo, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata. O dragão come o cadáver do protagonista e depois come a princesa.
WHITE METAL:
Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma "Igreja Universal do Reino de Deus".
NEW METAL:
Chega no castelo se achando o bonzão e dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é foda e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco "The Best Of".
GRUNGE:
Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa dá um soco na cara dele e vai procurar o protagonista Heavy Metal. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.
ROCK N'ROLL CLÁSSICO:
Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo, drogas e rock n roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.
PUNK ROCK:
Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um "A" de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.
EMOCORE:
Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com o protagonista Heavy Metal. Escreve uma música de letra emotiva contando como foi abandonado pela sua amada e como o mundo é injusto.
PROGRESSIVO:
Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório. A princesa foge e vai procurar o protagonista Heavy Metal.
HARD ROCK:
Chega em um conversível vermelho, com duas loiras peitudas e tomando Jack Daniel's. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.
GLAM ROCK:
Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Tentativa e erro

Acabaram as Olimpíadas, mas ainda dá pra falar sobre a China.
Hoje, um site para os que entendam um pouco de inglês: http://www.engrish.com, e abaixo exemplos do que você encontra por lá, traduzidos para seu maior conforto.


Bem-vindo por vir!


Um Vegetal (?!?!)


Granada de mão


Proteja o meio ambiente, de mim e do seu jardim


Não use ganchos; mecha com bolo; mantenha o fogo afastado


Por favor, continue limpando (um chefe bem simpático, não?)


Limpadores de janela. NÃO ALIMENTE
(Sempre importante avisar esse tipo de coisa)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Olimpíadas 2

Dessa vez trazendo sketches do Monty Python \o\

Final Olímpica de Esconde-Esconde:


Várias provas olímpicas:
-100 jardas para pessoas sem senso de direção
-1500 metros para surdos
-200 metros estilo livre para pessoas que não sabem nadar
-Maratona para incontinentes
-Salto em altura
-3000 metros com obstáculos para pessoas que acham que são galinhas